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Friday, September 3, 2021

Preço do gás de cozinha pode variar entre R$ 89 e R$ 110 em João Pessoa, diz Procon - G1

Preço do gás de cozinha pode variar entre R$ 89 e R$ 110 em João Pessoa, diz Procon — Foto: ROMEO CAMPOS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Preço do gás de cozinha pode variar entre R$ 89 e R$ 110 em João Pessoa, diz Procon — Foto: ROMEO CAMPOS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O preço cobrado pelo gás de cozinha pode variar entre R$ 89 e R$ 110 em João Pessoa, segundo uma pesquisa divulgada pelo Procon-PB nesta sexta-feira (3). O levantamento foi feito em 40 revendedores do produto na capital paraibana.

As diferenças de valores, no geral, acontecem de acordo com os estabelecimentos em que o gás é vendido e a forma de pagamento escolhida pelo cliente.

Apenas um estabelecimento, localizado no Cuiá, vende o produto por R$ 89. Já o valor de R$ 110, é praticado por um revendedor nos Bancários. Ambas as alternativas têm opção de entrega e exigem pagamento à vista.

Já o menor preço para pagamento em cartão de crédito é de R$ 93, no Cristo, com opção de entrega. Mas, sem a entrega em domicílio, o produto pode ser comprado por R$ 90, na Torre. Na mesma modalidade pagamento, o valor mais caro também é de R$ 110.

Preço do gás de cozinha subiu na Paraíba

O preço do botijão de gás de cozinha subiu pela oitava vez este ano, na Paraíba.

Para o consumidor final, o reajuste deve representar um aumento de R$ 7,00 a R$ 10,00 no preço do gás de cozinha. Para pagamentos à vista, o valor deve ficar em R$ 105,00, e para pagamentos à prazo, R$ 110,00.

O aumento não veio da Petrobras, mas do dissídio coletivo da categoria, para cobrir os custos da revenda, causados pela inflação e pelo aumento no salário dos funcionários.

A previsão é de que um novo aumento, dessa vez vindo da Petrobras, seja anunciado em até 10 dias, ainda neste mês de setembro.

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Ruídos políticos se refletem no preço de alimentos e combustíveis, diz Meirelles - Dinheiro Rural

O ex-presidente do Banco Central (BC), ex-ministro da Fazenda e atual secretário de Fazenda e Planejamento de São Paulo, Henrique Meirelles, disse nesta sexta-feira, 3, que ruídos políticos e fiscais no Brasil têm criado pressões inflacionárias adicionais para o País, em um contexto de choques globais que também elevam preços.

Segundo ele, os ruídos no País fazem com que o real fique depreciado em relação ao dólar. Isso implica em elevação ainda mais forte de preços de itens como alimentos e combustíveis em real no Brasil, aliado ao cenário de aumento dos preços de commodities no mercado internacional.

“Temos aqui algumas situações específicas, criadas primeiro por questões políticas, confrontos, e, por outro lado, por algumas medidas controversas na área de administração macroeconômica, como a questão do parcelamento dos precatórios”, disse Meirelles durante painel no evento Finanças Mais, organizado pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Austin Rating nesta sexta.

Também participando, o ex-presidente do BC e atual presidente do conselho de administração do Credit Suisse, Ilan Goldfajn, avaliou que o choque da covid gerou um quadro de queda da atividade e alta da inflação no País.

“Agora, temos um quadro de saída da crise da covid, houve uma recuperação forte”, disse Goldfajn. O economista prevê crescimento em torno de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021, com desaceleração da atividade em 2022, quando o PIB deve crescer 1,5%.

Segundo Goldfajn, a interrupção das cadeias produtivas globais e aumento dos fretes gerou inflação global, mas o Brasil experimentou choques próprios também na esteira de efeitos da política fiscal e monetária expansionista em 2020. Goldfajn afirmou ainda que haverá consequências de ruídos institucionais e fiscais para a atividade e a inflação. “Tudo isso faz com que você não consiga ter uma tranquilidade para que as expectativas de inflação venham a cair e a inflação caia no ano que vem”, disse. “Minha expectativa é de um ano de 2022 um pouco mais difícil.”

Atuação do BC

Meirelles afirmou que o Banco Central pode perfeitamente tomar decisões que desagradem ao presidente da República ou associações de classe, ainda mais com a aprovação formal de sua autonomia, que o equipara aos BCs de países mais avançados.

Contudo, ele alertou que o BC deveria evitar participar de eventos de confraternização de ministros do Planalto, o que pode ser um problema de sinalização. “Isso pode transmitir ideia errada de que BC estaria sujeito a pressões políticas”, disse, em referência à participação de Roberto Campos Neto em churrasco de comemoração pelo novo cargo de Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil.

Ilan Goldfajn destacou que as dúvidas sobre o futuro são naturais em um ano eleitoral, mas afetam expectativas, inclusive de inflação. A grande diferença, porém, no ano que vem, é que não há dúvida sobre o comando do BC a partir de 2023, já que a autonomia da autarquia determina mandatos fixos para o presidente e para os diretores do BC que não coincidem com o do chefe do Planalto. Campos Neto ficará à frente do BC até dezembro de 2024.

O economista ponderou, contudo, que a eleição presidencial pode ser polarizada e que as idiossincrasias brasileiras tendem a ser exacerbadas em momentos em que o exterior não é tão favorável. Nesse sentido, alertou que o juro no mundo já não deve ser tão baixo em 2022.

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Petrobras quer esclarecer, de uma vez por todas, o preço dos combustíveis - Money Times

Petrobras Combustíveis Gasolina Etanol
A peça vai destacar o peso do imposto estadual, o ICMS, na formação do preço final da gasolina (Imagem: REUTERS/Max Rossi/File Photo)

A  Petrobras (PETR4) vai iniciar nesta sexta-feira uma campanha de esclarecimento sobre o preço da gasolina, que em alguns postos do país já chega perto de 7 reais por litro, segundo fontes da empresa.

Em vídeo, que inicialmente será divulgado nos canais da Petrobras, mas deve virar peça publicitária, a empresa mostrará que recebe apenas 2 reais do valor de venda nas bombas dos postos, segundo as fontes, que pediram para não ser nomeadas.

A peça vai destacar o peso do imposto estadual, o ICMS, na formação do preço final da gasolina.

O valor do ICMS, segundo cálculos da empresa com base em um preço na bomba de 6 reais/litro, seria equivalente a 1,65 real por litro, em média, uma vez que o tributo varia entre os Estados.

O restante se refere ao valor do etanol anidro adicionado à gasolina, além de margens de distribuidoras e revendedores, e também por tributos federais como PIS/Cofins e Cide.

A divulgação acontece a poucos dias de atos pró e contra o governo programados para acontecer em 7 de setembro no país.

“Cide, PIS e Cofins incidem sobre a parte Petrobras. O ICMS sobre toda a cadeia tem um peso forte. Ele é de 1,65 (real/litro). Toda vez que o preço muda, muda também a arrecadação dos Estados, enquanto que os impostos federais incidem na base”, afirmou a fonte.

“É uma campanha de esclarecimento”, adicionou outra fonte.

A questão do impacto no ICMS é uma bandeira do presidente Jair Bolsonaro, que em geral atribui aos Estados parte do aumento dos combustíveis.

Um projeto de lei para mudar o ICMS sobre combustíveis, estabelecendo um valor fixo nos Estados, chegou a ser enviado ao Congresso.

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Thursday, September 2, 2021

Famílias recorrem a fogão a lenha após aumento no preço do gás de cozinha: 'Tenho que escolher entre o gás e o alimento' - G1

Famílias passam a usar fogão à lenha após altas no preço do gás de cozinha

Famílias passam a usar fogão à lenha após altas no preço do gás de cozinha

Com o oitavo aumento no preço do gás de cozinha na Paraíba apenas em 2021, algumas famílias estão recorrendo ao uso do fogão a lenha por não ter como encaixar o botijão no orçamento da casa. Para o consumidor final, o reajuste do gás deve representar um aumento de R$ 7 a R$ 10. Esses números são sentidos no dia a dia dos paraibanos, que precisam encontrar formas de sobreviver em meio a um cenário onde o preço dos produtos só aumenta.

O que já era difícil fica cada vez pior, como conta Maria José. Ela mora em Mangabeira, na Zona Sul da capital. Tem três filhos, trabalha com reciclagem e recebe ajuda da Central Única das Favelas (Cufa) na Paraíba.

“Mesmo assim, tenho muita dificuldade pois tenho que escolher entre o gás e o alimento pra meus filhos pois o custo de vida tá muito alto”, lamenta.

A situação de Risonete Vieira é semelhante e ela também se viu obrigada a recorrer ao fogão a lenha. "Do jeito que tá as coisas, tudo alto, aumentando, fica muito difícil pra a gente", desabafou.

Maria José recorreu ao fogão a lenha para poder cozinhar após 8° aumento no preço do gás na Paraíba — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Maria José recorreu ao fogão a lenha para poder cozinhar após 8° aumento no preço do gás na Paraíba — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Segundo o Sindicato de Revendedores de Gás GLP, o novo preço deve variar de R$ 105 à R$ 110. O atual aumento, que já começa a ser aplicado no valor final do produto nesta quinta-feira (2), não vem da Petrobras. Isto significa que ainda existe previsão para mais um aumento no valor do botijão de gás para este ano, como explica o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha da Paraíba (Sinregás), Marcos Antônio:

“Esse aumento não vem da Petrobras, mas sim do dissídio coletivo da categoria, para cobrir os custos da revenda, causados pela inflação. Por parte da Petrobras, pode ter mais aumento ainda este ano”, conta.

De acordo com o economista Cássio Bessarria, o aumento no valor do gás de cozinha está relacionado ao valor do dólar, pois hoje é preciso de mais reais para obter um dólar. Levando em consideração que precisamos importar insumos para combustíveis, quanto o dólar aumenta consequentemente o valor dos combustíveis também aumenta. Logo, o alto valor do dólar acaba influenciando os preços domésticos.

“A gente tem alguns componentes que contribuem no aumento do preço, por exemplo, em relação aos alimentos temos o período sazonal, onde tem a alta safra, em que o preço dos alimentos cai e temos a baixa safra, em que os preços sobem”, explica o economista.

Cássio ainda explica que as previsões não são boas. “Quando a gente pega a o valor da cesta básica, que hoje em dia é uns R$ 500, e do gás, que está R$ 110, estamos falando de 50% da renda dos mais pobres. Dados do IBGE, de julho deste ano, dizem que a taxa de inflação dos mais pobres é quase de 10%, enquanto a taxa de inflação dos mais ricos é de 6%”, informa.

Famílias recorrem a fogão a lenha para poder cozinha após 8° aumento no preço do gás de cozinha, na PB — Foto: Reprodução/TV Cabo branco

Famílias recorrem a fogão a lenha para poder cozinha após 8° aumento no preço do gás de cozinha, na PB — Foto: Reprodução/TV Cabo branco

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Pacheco: 'Nosso inimigo é o preço do feijão, da gasolina, da luz elétrica' - Dinheiro Rural

Em reunião com o Fórum de Governadores, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu um esforço entre todos os agentes políticos para a construção de um ambiente de estabilidade política. Sem citar Jair Bolsonaro, o senador enviou um claro recado ao presidente. “Nosso inimigo não está entre nós”, afirmou. “Nosso inimigo é o preço do feijão, é o preço da gasolina, da luz elétrica. É o preço dos alimentos de forma geral, que tem sacrificado a população.”

Dez dias depois de pedirem uma reunião com Bolsonaro defendendo justamente a pacificação do País e o fim do clima de instabilidade política, os governadores não receberam resposta até hoje. Nesta quinta-feira, 2, seis governadores representantes do fórum se reuniram com Pacheco defendendo novamente uma harmonia entre os Poderes, para que o País possa recuperar seu equilíbrio. E, na conversa, Pacheco concordou com a visão dos mandatários.

“Há um sentimento geral que, a despeito de divergências que existam, nós temos problemas para ontem. Nosso inimigo não está entre nós. Nosso inimigo é o preço do feijão, é o preço da gasolina, da luz elétrica. É o preço dos alimentos de forma geral, que tem sacrificado a população. Nós temos de discutir isso no Brasil e não perdermos tempo com aquilo que não convém, com aquilo que não calha para poder solucionar o problema imediato das pessoas. Então, o papel de maturidade política de todos esses agentes ao sentarem se na mesa para tratar dos problemas nacionais é muito importante para o Brasil”, afirmou o presidente do Senado.

O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, disse que a instabilidade política só agrava a situação do País com impacto direto na economia. “É claro que a instabilidade política tem reflexos muito fortes na economia. E prejudica a todos”, lembrou.

“Não há melhor ambiente do que a democracia. Portanto, esta manifestação dos governadores sem fulanizar, sem especificar, sem agredir, mas preservando sempre esse conceito importante da nação, que é a preservação do Estado democrático de Direito, é muito bem recebida pelo Congresso Nacional”, disse Pacheco.

E é muito importante que todos nós estejamos unidos, respeitando as divergências, na busca de consensos, na busca de convergências, mas com um aspecto que é para todos nós inegociável: não se negocia a democracia. Democracia é uma realidade. O Estado de Direito é uma realidade. A sociedade já assimilou esses conceitos e esses valores nacionais. De modo que estaremos sempre unidos nesse propósito de preservação da democracia no nosso País”, deixou claro Pacheco, que recebeu os governadores na residência oficial da Presidência do Senado.

Existe um temor dos governadores que as manifestações do 7 de setembro sirvam para ameaçar a democracia no País. Para eles, o clima de beligerância e de ameaças às instituições acabam servindo para afastar investimentos do País e ainda criam um clima de insegurança na população. Por isso, os governadores avaliaram na reunião que os preços têm disparado sem controle, afirmando que o presidente tem priorizado muito mais duas atividades políticas do que conter esses problemas.

Por causa disso, há também um movimento para que algum tipo de ação possa ser construída entre governadores, Congresso e governo para conter especialmente a alta de preços.

“Obviamente, que há uma intenção enorme dos governadores e essa é também a intenção do Senado de encontrarmos soluções e alternativas para conter esse aumento muito considerável de itens”, disse Pacheco. “Definimos até os itens. Alimentos, energia e combustíveis. São itens que sacrificam a população brasileira. Tem aumentando muito o preço e o valor desses itens. E ha uma perda considerável do poder de compra dos brasileiros. Então, vamos estudar todos os mecanismos possíveis, alinhados com o Ministério da Economia, que deve ser protagonista disso. Porque o Ministério da Economia é que deve definir as diretrizes da economia nacional. Portanto, essa é uma construção que precisa muito ser imediatamente feita para que possamos ter menos pobreza, menos miséria e menos fome no Brasil”, afirmou.

“Há uma busca por uma estabilidade mínima para que os números possam ser contidos, de inflação, de juros, de câmbio, de índice de desemprego. Esse é um trabalho muito sério que precisa ser feito e o papel dos governadores é fundamental porque eles vivem a realidade local”, acrescentou o presidente do Senado.

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11 fotos de preços do passado recente que vão deixar você com saudades - Diário do Nordeste

Sou de uma geração que não tem acesa na memória a época tenebrosa da hiperinflação, que desesperava famílias brasileiras antes do plano real. Portanto, quaisquer descompassos nos preços que fujam daqueles aumentos que tomamos como 'normais' já são suficientes para causar um esbugalho nos olhos.

É o sentimento de hoje, com os preços de vários produtos, principalmente os essenciais como gasolina, energia elétrica, arroz, feijão, carnes e afins, em franca ascensão e sem previsão de trégua.

Diante deste fenômeno de doer os bolsos, lembranças nostálgicas de um passado nem tão distante têm pipocado nas redes sociais. Dá pra julgar? Ora, bateu aquela saudade dos preços de antigamente e as pessoas estão contemplando, quase acariciando, aqueles valores dos quais certamente se reclamava — de barriga cheia — à época.

Sem querer tripudiar dos impulsos nostálgicos — mas já tripudiando —, a Coluna separou imagens dos arquivos do Diário do Nordeste que mostram preços bastante saudosos. Não viajamos muito longe no tempo para não espezinhar demais a situação atual dos consumidores. Boa viagem ao passado!

Gasolina em 2009

Com a gasolina na faixa dos R$ 7,00 no Brasil, estes letreiros de R$ 2 e pouco, direto do ano de 2009, dão vontade de pegar o DeLorean e voltar 12 anos pra abastecer o tanque. O litro hoje se encaminha para perto do triplo do preço naquele ano.

Legenda: Preço da gasolina em 2009

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

Gasolina em 2010

Legenda: Gasolina comum em 2010

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

E essa promoção de gasolina em 2010? Gerou até fila no posto. Mas por R$ 2,16 o litro, valeu encarar.

Gasolina em 2016

Legenda: Preço da gasolina comum em 2016

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

Não faz tanto tempo assim, a gasolina saía por algo em torno de R$ 3,50.

Carro 0 km

Legenda: Anúncio de concessionária em 2013

Foto: Reprodução

Em 2013, era possível comprar um Gol 0 km por pouco mais de R$ 30 mil. Hoje, dificilmente encontra-se o carro por menos de R$ 50 mil, a depender da versão.

Óleo de soja

Legenda: Preço do óleo de soja em 2008

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

O óleo de soja não sofreu grandes flutuações de 2008, ano desta foto, até 2020. Mas em pouco mais de um ano, o preço dobrou. É o campeão inflacionário de 2021.

Presunto e queijo

Legenda: Presunto e queijo preços 2008

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

Dava pra comprar um quilo com menos de R$ 10 em 2008.

Camarão e lagosta

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

Passado recente. Em 2018, o kg do camarão cinza vendido por R$ 14 no Mercado dos Peixes, em Fortaleza.

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

E o que dizer do kg da lagosta?

Carne vermelha

Legenda: Preço da carne em 2018

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

A carne foi um dos produtos que mais subiram nos últimos dois anos. Os preços escalaram mais de 30%. Esta foto é de 2018 e de lá pra cá, ficou bem mais 'salgado' incluir a carne vermelha no dia a dia.

Latinha de cerveja

Legenda: Latinha de cerveja preço 2004

Foto: Divulgação

2004. Do tempo que se comprava uma cerva com 3 moedinhas de 25 centavos. Aliás, quem usa moeda hoje em dia?

Arroz

Foto: Arquivo/Diário do Nordeste

Que tal arroz na casa de R$ 1 o kg? Foi em 2012. Em 2021, o cenário é bem diferente.



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Preço da gasolina já é encontrado por mais de R$ 6 em João Pessoa, aponta Procon - G1

Pesquisa identifica menor preço da gasolina em R$ 5,78, em João Pessoa — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Pesquisa identifica menor preço da gasolina em R$ 5,78, em João Pessoa — Foto: Reprodução/TV Paraíba

O preço da gasolina já pode ser encontrado por mais de R$ 6 em João Pessoa. O preço mais alto foi encontrado por R$ 6,09 à vista ou cartão, registrado em um posto de Tambaú, segundo a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP).

O preço mais barato é de R$ 5,78 à vista, em um posto do Centro - valor 10 centavos mais caro que o constatado no dia 25 de agosto, data do último levantamento. Para pagamento no cartão de crédito, o menor preço da gasolina foi registrado a R$ 5,79.

A pesquisa visitou 111 postos que estão em atividade na capital. O levantamento também constata que 43 postos aumentaram o preço do produto, quatro reduziram e 64 mantiveram os valores em relação à pesquisa do último dia 25. Quanto à variação, a gasolina continua com a menor, 5,6%, e o GNV mantém a maior: 16,2%.

O litro do álcool manteve os mesmos preços da pesquisa realizada na semana anterior, oscilando entre R$ 4,89, no Tambiá, e R$ 5,39, em estabelecimentos do Castelo Branco, Manaíra e Tambaú. Três postos reduziram, 76 mantiveram e 26 aumentaram o preço do produto em relação ao dia 25 de agosto.

Já o menor preço do diesel S10 sofreu um aumento de 27 centavos, saindo de R$ 4,19 para R$ 4,46, no Centro, com o maior reduzindo de R$ 4,99 para R$ 4,89, visto em locais do Castelo Branco, Quadramares, Manaíra e Tambaú. Nove estabelecimentos aumentaram o preço do produto, cinco reduziram e 88 mantiveram o mesmo valor da semana passada.

O Gás Natural Veicular (GNV) mostrou leve redução no menor preço, caindo de R$ 4,13 para R$ 4,12 no Geisel, com o maior se mantendo em R$ 4,79, no Jardim Cidade Universitária. Dos 13 revendedores do produto na capital, nenhum aumentou o preço em relação ao levantamento passado e apenas um reduziu.

O Procon notificou postos de combustíveis da capital para a entrega das notas fiscais de compra dos produtos e de revenda ao consumidor. Com isso, está analisando se os aumentos de preços praticados junto ao consumidor estão dentro dos índices dos aumentos editados pelo Governo Federal.

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Ovos: preço médio é 1,4% superior ao recebido no mesmo período do ano passado - Agrolink

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